Esta semana vou compartilhar uma série de conteúdos sobre arquitetura de ambientes de alta disponibilidade — indo além do básico e trazendo uma visão prática de como estruturar ambientes realmente resilientes.
Serão 5 posts, abordando desde a concepção da infraestrutura até as camadas mais avançadas de disponibilidade, integridade e segurança, de uma forma simples e didática.
Durante a série, vamos explorar:
- Fundamentos da arquitetura (físico vs virtual)
- Estratégias de backup e recuperação
- Replicação e continuidade de serviços
- Conceitos de cluster e alta disponibilidade (HA)
- Armazenamento distribuído (ZFS e Ceph)
- Boas práticas para garantir integridade e segurança
A ideia aqui não é só falar de tecnologia… Mas sim de como reduzir downtime, aumentar resiliência e preparar o ambiente para crescer com segurança.
E lógico, não poderiamos deixar de bordar a redução de custos.
Se você trabalha com infraestrutura, datacenter ou ambientes críticos, essa série vai te ajudar a enxergar sua arquitetura de uma forma mais estratégica.
No primeiro post, vamos começar pelo básico que muita gente ignora: a diferença entre ambientes físicos e virtualizados — e como isso impacta diretamente na disponibilidade.
Post 1 — Alta Disponibilidade começa aqui: físico vs virtual
Post 2 — HA na prática: cluster, failover e live migration
Post 3 — Aplicações na prática em ambientes: físico vs virtual
Post 4 — Banco de dados: Replicação, Disponibilidade e Integridade
